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Em Rio Branco, aumento da cesta básica foi de 16%

Óleo, tomate e feijão foram os vilões

Quem procurou os supermercados no mês de abril tomou um verdadeiro susto. Alguns produtos sumiram das prateleiras e outros ficaram com o preço lá em cima. “Subiram tudo. Acho que 30% além do que era”, afirmou Francisco Pacheco.

Segundo pesquisa divulgada pela secretaria de Planejamento, Seplan,  nas cinco cidades analisadas, todas apresentaram apresentam aumento nos produtos que fazem parte da cesta básica alimentar.

Em Brasileia, a variação foi de 9,33%, já em Rio Branco: 16,12%. Feijó ficou com o menor preço: R$ 244,00. Três produtos foram os vilões da cesta na capital: feijão( 35,93%), tomate(37,30%) e óleo(45,72%).

Já em relação à cesta básica de limpeza doméstica, o maior preço foi registrado em Cruzeiro do Sul: R$ 43,40. Os mesmo itens saem por R$ 35,63 em Sena Madureira. A enchente histórica do rio Madeira é a explicação para esse aumento repentino.

Para aqueles que ganham um salário mínimo e trabalham na capital, a pesquisa revelou que são necessárias 81 horas e 5 minutos para adquirir a cesta básica.

Dona Azenilde Costa lembra dos dias difíceis e torce para que eles não voltem mais. “Não está do jeito que era antes, mas está baixando aos poucos. Aumento não dá mais e não tem brasileiro que aguente”, falou.

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