Floresta da Embrapa foi a única área atingida por incêndio 

Gestão estima que área queimada foi menor de 20 hectares 

Foto: Semeia.

Segundo a equipe do Corpo de Bombeiros, o incêndio que começou no sábado (25) na área da floresta da Empresa Brasileira de Agropecuária do Acre (Embrapa Acre) foi acidental causado por queimadas em áreas próximas à propriedade e devido aos ventos o fogo chegou a área da Embrapa. 

De acordo com Bruno Pena, chefe-geral da Embrapa, a única área atingida pelas chamas foi a floresta. “Não há nenhuma construção da Embrapa ou experimento ou animais de experimentos próximos. Foi apenas na área de floresta, mas logicamente além do prejuízo ambiental, gera um prejuízo para a pesquisa”, informou o chefe geral. 

A área de floresta da Embrapa é utilizada para pesquisas e experimentos de manejo florestal, principalmente com o uso de drones, para as pesquisas são utilizados identificação com inteligência artificial das árvores por meio das copas com o sobrevoo de drones, além de uma série de outros monitoramentos.

“Nossa preocupação além de todo o prejuízo ambiental é manter essa floresta sempre o mais intacta possível para que a gente consiga gerar dados e resultados de pesquisas para que possamos usar isso em novas tecnologias, como o manejo florestal mais eficiente e com menor custo, por exemplo”, explicou Pena. 

Devido a ação rápida da Semeia e Corpo de Bombeiros foi possível evitar maior danos causados pelo fogo, a área de reserva da floresta da Embrapa é de aproximadamente 900 hectares e a estimativa inicial da area atingida pelo fogo é menor que 20 hectares, segundo Bruno Pena. 

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) esteve no local, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente das Políticas Indígenas (Semapi) será informada da situação e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também será notificado da situação. “Devemos deixar isso devidamente registrado é de extrema importância para que nos próximos anos consigamos inclusive o apoio dos órgãos ambientais para que possamos monitorar essa área e evitar que isso ocorra novamente”, concluiu o chefe geral da Embrapa. 

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