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Floriculturas registram queda de 40% nas vendas em Rio Branco

Flores fúnebres foram as menos vendidas na quarentena

A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina das pessoas, comércios, órgãos estaduais e todos precisaram se adaptar a esse novo jeito de viver.

Marcela Santos é proprietária de uma floricultura em Rio Branco há 10 anos, e afirma que as vendas caíram nas últimas semanas. “Em relação ao ano passado estamos com uma queda de aproximadamente 40%”.

Com o dia das mães neste último fim de semana foi possível notar um aumento nas vendas durante o isolamento social, mas não tem sido o dia-a-dia da floricultura. “Estamos movimentando somente as vendas de flores e arranjos para presente”, conta Santos.

As flores fúnebres também estão em baixa nas vendas, provavelmente porque as famílias não estão podendo velar seus entes. “Semana passada perdi seis pacotes de crisântemos – flores usadas para confecção de coroas e arranjos fúnebres – por falta de venda. E então resolvi não comprar mais este tipo de flor”.

“Antes os velórios eram de 24 horas, agora a maioria é velada algumas horas depois e vão para o cemitério no mesmo dia, para evitar aglomerações e contaminação nas funeráriass”, destaca.

A divulgação nas redes sociais e promoções em datas comemorativas tem sido uma alternativa para que as floriculturas mantenham suas vendam durante o isolamento social e não fechem as portas.

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