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Gasolina sofre reajuste nos posto de combustíveis

Média de 3,5% de aumento no preço do litro da gasolina

Na ultima quinta-feira (28) a Petrobras anunciou o aumento do preço do litro da gasolina nas refinarias em 1,98%. O aumento chegou aos postos de Rio Branco, no domingo (3).

O aumento na capital acriana chegou, em média, a 3,5%. Em postos em que a gasolina custava R$ 4,59 o litro, passou a custar R$ 4,75.

Quem não gostou nada da “surpresa” foram os consumidores. “Penso que cada vez o poder aquisitivo do brasileiro vai diminuindo, a gente vai aprofundando cada vez na crise. Encarece o custo de vida para todo mundo, nós que moramos numa região mais longe, fica mais caro ainda, fica mais difícil” disse um consumidor.

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac) informou através de nota que o reajuste é repassado ao consumidor conforme as refinarias passam aos postos locais.

Nota

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre (Sindepac) informa que o reajuste de preços da gasolina, sentido pelos consumidores, ocorre na medida em que as distribuidoras repassam aos postos locais o aumento praticado nas refinarias. Como já é de conhecimento coletivo, isso é resultado da nova política de preços da Petrobras. Há, ainda, a concorrência de mercado, isso faz cada estabelecimento decidir sobre seu próprio preço, de acordo com o que é repassado pelas distribuidoras. Assim como em qualquer comércio, cada posto de combustíveis possui um gasto específico para funcionar, inclusive com o transporte dos produtos, essa particularidade faz com que ocorra uma leve diferença nos preços, já que isso também leva em conta o gasto de cada proprietário para manter o estabelecimento.

Geralmente, quando um aumento ou redução é informado pela Petrobras, os postos ainda estão com estoque antigo e, quando compram novos, os preços já não são os mesmos.

Os postos, assim como cada consumidor, também são reféns dessa forma de reajustes praticamente diária nos preços dos combustíveis, o que torna esse mercado inconstante e imprevisível. É importante salientar que sempre prevalece a decisão das distribuidoras (BR, Shell, Ipiranga, Equador, Atem, etc…), uma vez que elas compram das refinarias. Para finalizar, o SINDEPAC reitera que não define e nem orienta sobre os preços locais de cada posto.

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