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Governo descarta entrada de ebola

Sesacre descarta entrada do vírus pelo Acre

O governo do Senegal confirmou nesta sexta-feira o primeiro caso de ebola no país. A notícia não teria sentido no Acre em situação de normalidade. Mas, a cidade de Brasileia está na rota dos imigrantes senegaleses há mais de um ano.

A confirmação do primeiro caso de ebola no país africano não altera a rotina do Governo do Acre, mesmo com alta rotatividade de senegaleses entrando e saindo da região. Para os gestores, o risco é mínimo.

O argumento é técnico. “O tempo que o ebola leva para se manifestar é de até 21 dias. As pessoas que chegam a Brasileia levam, em média, 61 dias em viagem”, explica a secretária de Estado de Saúde, Suely Melo. “O problema de entrada do vírus no país é real, mas a possibilidade é ínfima”.

As condições financeiras baixas e a consequente demora de se chegar ao Acre dos imigrantes que escolhem a rota acriana afastam a possibilidade, segunda a gestora, de que o vírus entre por esta região do país.

Os senegaleses começaram a chegar ao Acre em 2013. Entraram no Acre 589. Em 2014, até o mês passado formalizaram entrada 1.039 senegaleses no Acre.

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