Influenciadora tenta recuperar guarda da filha que está há dez meses com o pai

Homem ficaria com a criança apenas para a mãe ter a segunda filha

A influenciadora digital acreana Ludmilla Cavalcante tem usado as redes sociais para tentar mobilizar o Tribunal de Justiça de São Paulo a seu favor para recuperar a guarda da filha de 1 anos e 10 meses, Antonela, que está com o pai no interior do estado, onde ele mora.

“Eu estou longe dela já tem dez meses, quando a Antonela foi pra lá [interior de São Paulo] em setembro do ano passado para eu parir minha segunda filha, a Catarina. Agora o processo está na justiça e estamos aguardando uma audiência que vai acontecer dia 3 do próximo mês”, explica a mãe.

Ao chegar a São Paulo o pai deu entrada no pedido de guarda provisória da filha, e segundo Ludmilla, ele não deixa a pequena retornar ao Acre para ficar com ela. A mãe afirma ainda não ter sido informada sobre esse pedido de guarda ingressado pelo ex-companheiro e que ficou 4 meses sem nenhum tipo de informação sobre a filha.

“Eu já fiz três pedidos de tutela antecipada e todos foram negados pelo juiz sem nenhum motivo plausível, não tem nada contra mim no processo, não tem nada que fale que eu sou uma mãe ruim ou que eu não tenho como ficar com a minha filha”, afirma.

O casal ficou junto por cerca de 2 anos e morou em um condomínio fechado em Rio Branco, foi nessa época que Ludmilla engravidou da primeira filha. “Sempre tive um contato muito tranquilo com a família dele, com todos, porém depois que a Antonela chegou lá eles passaram a me odiar e me bloquearam nas redes sociais, inclusive WhatsApp, e não me passam nem informação da criança”.

A influenciadora conta ainda que sofreu violência psicológica, moral e patrimonial. “A psicológica foi por conta de toda a situação que ele me fazia passar, com várias traições e me passava como louca. A moral quando ele me fez ser motivo de chacota e de por causa de mentiras que ele criou. Já a patrimonial foi porque eu parei de trabalhar por ele, e ele usa o dinheiro que ele tem, e eu não tenho, para promover vários tipos de pressão comigo”.

Além da guarda da primeira filha, Ludmilla também tenta na justiça o reconhecimento de paternidade de Catarina. “Ele se recusa a registrar. Quero que minha filha volte pra casa, quero que os direitos delas sejam resguardados e os meus também, como mãe, e a única coisa que eu espero é que a justiça seja célere, porque minha filha está dez meses longe de mim por causa da incompetência jurídica”, conclui.

O pai foi procurado por dois dias seguidos pelo site Agazeta.net, mas não nos respondeu em nenhuma oportunidade. O espaço segue aberto para ele se posicionar ou informar sua versão sobre o caso, caso queira.

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