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Na 364, caminhoneiros trafegam com um metro de água na pista

Situação deixa travassia bem mais perigosa

O Rio Madeira tomou proporções nunca antes imaginadas e castiga violentamente milhares de pessoas em Rondônia e no Acre. No trecho mais crítico da rodovia que liga os dois estados, a BR- 364, a cheia fez a estrada desaparecer. Na altura do km 155, após Jacy-Paraná, em direção à capital do Acre, a profundidade da água sobre a pista atingiu nesta sexta feira (14), um metro. São dezoito quilômetros embaixo d’água, tornando a travessia perigosa e incerta.

No local as filas de caminhões e carretas são enormes. Os motoristas preferem atravessar o trecho em comboio. No trecho, apenas uma equipe do DNIT atua controlando o tráfego, e nada mais.

Os caminhoneiros reclamam da falta de informação e da presença da PRF. “Aqui a gente fica largado, sem qualquer informação. Não sabemos a profundidade da água nem como está o tráfego La na balsa. Enquanto na zona urbana as autoridades prestam todo apoio, aqui nós temos que arriscar até nossa vida para chegar ao nosso destino”, reclamava Vander Gonçalves Melo, motorista que aguardava para atravessar em direção ao Acre com uma carga de trigo.

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