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Prefeitura avalia lei de proteção aos animais

Legislação tem foco na educação dos donos de animais

Mais de 4 mil cães e gatos atendidos pelo Centro de Zoonoses de Rio Branco foram registrados, após a aprovação da lei municipal que trata de vários assuntos para proteção dos animais domésticos. A lei também trouxe outros benefícios, tais como combater maus-tratos e reduzir a população de rua em decorrência de abandono.

Desde que a lei municipal 2215 de outubro de 2016 entrou em vigor, já foram registrados 4,2 mil animais em Rio Branco. Assim como o documento de identidade que o cidadão recebe, os cães e gatos receberam uma plaqueta com um número de registro. Nela também contém o número de telefone do departamento de zoonoses para em casa de fuga, ele ser localizado.

Conhecer a população de animais da cidade, para, a partir daí, fazer estudos, por exemplo, de castração, é o maior benefício do registro, afirma o diretor do centro de zoonoses.

“Os animais que têm registros vão ter proprietários. Isso diz a lei. E os animais que não tem registro, que vivem nas ruas, são de responsabilidade da prefeitura do departamento de zoonose, somente os animais sem tutores. Nesse caso, a gente tira da rua, castra, disponibiliza para adoção e aí só em seguida ele tem o registro animal.

Para fazer o registro, o dono do animal precisa ir até o centro de zoonoses, localizado na rodovia AC-40, após a Vila Acre, munido de CPF, documento com foto e comprovante de endereço. Outra coisa importante: o animal precisa estar vacinado contra a raiva. Se não estiver, no centro é ofertada a vacina.

A lei que também criou o registro animal também aborda outros temas importes. Para o médico veterinário, Everton Arruda, foi o instrumento humano mais eficiente para proteção dos bichinhos de estimação.

“Ela veio pra ajudar os animais de Rio Branco. Ela fala de bem estar animal, diz o que é maus tratos. No artigo 7 diz sobre isso. Hoje confunde muito as pessoas que acham que só espancamento, a mutilação dos animais é maus tratos. O animal viver acorrentado no fundo do quintal é maus tratos, não ter comida, alimentação adequada, é maus tratos, ela traz vários benefícios”, afirma.

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