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Suspeita de ebola na Bolívia ainda não é oficial

Acre não muda rotina de prevenção epidemiológica

Autoridades de Saúde na Bolívia investigam o primeiro caso suspeito de ebola. Segundo o Ministério da Saúde, a informação ainda não foi oficializada à Organização Mundial de Saúde (OMS) e não há motivos para o Brasil se alarmar. No Acre, fronteira com a Bolívia, as autoridades de saúde mantêm os protocolos de rotina.

As atenções de todo mundo se voltam para a África que vive a maior epidemia de ebola já registrada. A febre hemorrágica provocada por um vírus já infectou mais de 2,6 mil pessoas, a doença já matou mais de mil vítimas.

A preocupação com o contágio agora atinge os países da América do Sul. O Serviço Departamental de Saúde de Santa Cruz de La Siera, cidade do leste da Bolívia, investiga o primeiro caso suspeito de ebola no país.

A pessoa com suspeita de estar com a doença é da Índia e não teve o sexo nem a idade revelados. O paciente está sob observação porque apresenta sintomas semelhantes ao do ebola como: febre, diarreia e vômito.

Ele havia feito escala em várias cidades do continente africano. Outros oito passageiros do mesmo voo também estão sendo examinados.

O Ministério da Saúde boliviano adotou medidas sanitárias preventivas contra o ebola em aeroportos e fronteiras terrestres no sentido de informar sobre características da doença para detectar e isolar eventuais contagiados.

A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) recebeu a informação de que a OMS ainda não foi oficializada sobre o caso suspeito de ebola na Bolívia. Segundo a responsável pela vigilância epidemiológica do Estado, Alissandra Santos, medidas preventivas de rotina são mantidas na fronteira.

“As medidas de controle pertinentes no protocolo de monitoramento de circulação desse vírus já são tomadas nos municípios de fronteira”, explicou. A profissional ressalta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tranquilizou as autoridades brasileiras sobre a possibilidade de contágio. “Eles estão dizendo que a possibilidade desses vírus entrarem nas Américas é remota”, comentou.

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