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Trabalho infantil: membros do fórum estadual empossados

Tráfico de drogas foi um dos temas em debate

Representantes de órgãos governamentais e não governamentais responsáveis pela cadeia de proteção às crianças e jovens, que são exploradas em trabalhos duros e forçados, deram posse aos membros do Fórum Estadual de Combate ao Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente.

Atualmente, Brasileia e Epitaciolândia são os municípios que mais preocupam os agentes. Foram encontrados vários casos de crianças trabalhando em serviços pesados, e o mais grave: no tráfico de drogas.

O fórum, segundo Maria Andrade de Souza, empossada nessa quinta-feira, além de reforçar a fiscalização, tem o papel de buscar alternativas para que essas crianças e adolescentes não sejam exploradas.

“Nosso trabalho é verificar em todo Estado como estão as políticas de proteção. Quando encontramos irregularidades, juntamos toda a cadeia protetiva para que se evite um dano maior a essas crianças e adolescentes”, explicou.

Os membros do fórum afirmaram que os números da exploração da mão de obra infantil reduziram, no Acre, graças às fiscalizações. No entanto, é preciso incentivar as empresas a oferecer mais vagas nos programas de jovem aprendiz.

Alguns empresários até desrespeitam a lei e deixam de contratar esses jovens que terminam buscando fonte de renda em serviços que podem prejudicar a Saúde, Educação e até levar violência.

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