210217-cotidiano-onibus-tvgazeta

Vereadores votam hoje quanto será aumento da passagem

População não tolera aumento nenhum e criticam serviço

Nesta terça-feira (20), a Câmara de Vereadores vai votar se é contra ou a favor da nova tarifa definida pelo conselho tarifário e de transportes. Pelo conselho, ficou definido o valor de R$ 3,80, mas com isenção de impostos que a prefeitura já garantiu, o valor deve ficar em R$ 3,50.

Entre os usuários a opinião diverge e muita gente já está conformada com o reajuste. “Eu creio que tudo tem gasto. Não é absurdo não”, disse a professora Seliana Nascimento.

“R$ 3,50 é um troco mais fácil, e eles têm muitos gastos”, afirma a aposentada Raimunda Gomes.

“É um absurdo. Ao invés de aumentarem a frota, fizeram foi diminuir. Eu não tô gostando, não. Acho um absurdo”, critica a cozinheira Maria Costa.

A maioria dos membros do Conselho tarifário e de transportes votou pela tarifa de R$ 3,80. Contudo a prefeitura já garantiu a isenção de impostos e taxas, um montante estimado em R$ 4,5 milhões. Com essa renúncia, a passagem dos estudantes continua a R$ 1,00 e a dos demais usuários a R$ 3,50.

Entre os jovens, o assunto ganha vários pontos de vista. “Eu acho que o valor é bom até por que, para os estudantes, a passagem ficou bem em conta a um real”, disse o estudante Maicon Tales.

“Eu acho que pra muitos trabalhadores vai ficar pesado. Principalmente pra quem depende do transporte público todo dia”, opina a estudante Tainara Maia.
Os problemas na prestação do serviço também entram na conta de quem opina sobre ser justo ou não reajustar.

“Devido os transportes que atrasam. Ficam muito tempo parados e isso não pode acontecer. Tem muita gente no bairro esperando também. Tem que sair pra trabalhar e além de parar lá param aqui. Isso tá um absurdo”, reclama o estudante Maicon de Souza.

Nesta terça-feira (21), os vereadores terão a responsabilidade de votar contra ou a favor da nova tarifa. Antes da votação, um debate sobre o valor definido pelo conselho tarifário deve esquentar a sessão na Câmara.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*