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Visitação fica impedida no Centro Histórico Quixadá

No dia 14 de julho, Luís Galvez proclamou a república do Acre

O dia 14 de julho está no calendário histórico do Estado, marcando a data em que Luís Galvez proclamou a república do Acre pela primeira vez. O evento aconteceria em dois outros momentos, mas este foi o início da revolução. Nesta segunda-feira, a data ficou esquecida, inclusive no centro histórico Quixadá, que permaneceu fechado para visitação. O local é uma das poucas opções turísticas da capital, que contam o início da história do Acre.

Em 24 de janeiro de 1903, Plácido de Castro comandou a Revolução Acreana. O termo foi usado para denominar o momento em que a população local se revoltou contra a Bolívia, que detinha a soberania do território, hoje chamado de Estado do Acre. Esta foi a terceira proclamação da república do Acre.

Três anos antes, mais precisamente em 24 de dezembro de 1900, com o apoio do governo do Amazonas, brasileiros sob o comando do jornalista Orlando Correa Lópes, participaram da segunda proclamação da república do Acre, contudo, um mês depois militares bolivianos conseguiram retomar ao poder.

O início da história de libertação do Acre começou mesmo em 14 de julho de 1899, quando o espanhol Luís Galvez Rodrigues de Arias proclamou pela primeira vez, a república do Acre, com nome oficial Estado independente do Acre. O país formado nos barrancos do rio que leva o nome do Estado tinha cerca de treze mil habitantes. Meses depois, em 28 de dezembro de 1899, Galvez foi deposto e posteriormente o Acre devolvido mais uma vez, aos bolivianos.

Portanto o dia 14 de julho entra na história do nosso Estado, como o marco das revoluções. Em uma data importante como está para a independência do Acre, um resgate dos acontecimentos históricos pode ser feito através de uma visita ao Centro Histórico Quixadá. Contudo, quem esteve nesta segunda-feira (14) no local, encontrou as portas fechadas. O museu, principal ponto de visitação também não pode ser contemplado.

O administrador do Centro Histórico Quixadá autorizou um funcionário a abrir o museu apenas para algumas tomadas de imagem da equipe de reportagem da agazeta,net em seguida, as portas foram trancadas novamente. Ele alegou que o centro histórico só abre de quarta a domingo, como informa o cartaz na chegada. Infelizmente, mesmo em se tratando de uma data histórica, a visitação ficou impedida.

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