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Federações planejam pressionar CBF por maiores benefícios

Disputa pelo comando do futebol brasileiro aflorou pressão

Presidentes de federações nacionais estariam irritados com o corte significativo nas “mesadas” repassadas pela CBF para as entidades. Trata-se de um valor mensal, à princípio, para ajuda de custo, e que foi diminuída para R$ 50 mil. O valor, aliás, havia aumentado justamente no governo do presidente José Maria Marin, que subiu o benefício, que era de R$ 83 mil, para R$ 100 mil. A informação é do portal ESPN.

O assunto está sendo muito comentado nos bastidores e alguns cartolas, insatisfeitos, já articulam brigar pela manutenção dos R$ 100 mil por mês em 2014. Uma redução, caso acontecesse, era esperada pelos dirigentes apenas a partir de abril, após a Assembleia Geral da CBF, mesmo período em que acontecerão as eleições da entidade.

A medida assustou por a época se tratar de reta final para conseguir apoio pela presidência da CBF. O grupo de Marin, inclusive, já teria definido os vice-presidentes das regiões do país. Mauro Carmélio, da federação cearense, seria o representante nordestino; no sudeste, ficaria o diretor financeiro da federação paulista e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, Rogério Caboclo; Marcus Antonio Vicente, do Espírito Santo, ficaria com o centro-oeste; Delphim Peixoto, de Santa Catarina, com o Sul; e, por fim, Antonio Aquino, do Acre, com o norte.

O grupo de oposição, liderado por Andrés Sanchez e Francisco Novelletto ainda se articula para disputar o cargo com Marin, e se reuniu no Rio de Janeiro nesta semana.

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