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Flamengo perde para o Bolívar e se complica na Libertadores

Agora, o Rubro-Negro vai atrás das vitórias sobre Emelec e León

Em uma altitude de 3.600m, o Flamengo enfrentou o Bolívar pela Copa Bridgestone Libertadores. Na noite desta quarta-feira (19.03), o time boliviano levou a melhor e venceu por 1 a 0, com gol de pênalti. Não faltou espírito de luta ao Rubro-Negro, que batalhou até o fim, contra o adversário e as condições adversas da partida. Agora, o Fla vai atrás das vitórias sobre Emelec, no Equador, e León, no Maracanã.

“Tivemos chances mas não conseguimos colocar a bola para dentro. Infelizmente a bola não entrou hoje. Agora são dois jogos que faltam e temos que buscar a vitória e diminuir os erros. É difícil, mas vamos buscar a classificação”, garantiu o capitão Léo Moura.

O jogo

O primeiro tempo não começou bom para o Fla. Logo aos dois minutos, Samir derrubou o adversário dentro da área e, na cobrança de pênalti, Arce abriu o placar para o Bolívar. Aos sete minutos, foi a vez do Rubro-Negro chegar com perigo. Léo Moura cobrou falta, Wallace desviou, mas o goleiro defendeu. Aos 22, um chute de Arce, que parecia despretencioso, ficou venenoso com o ar rarefeito; Felipe defendeu em dois tempos. O jogo ficou morno, e o Fla com dificuldade na troca de passes, com a bola correndo muito na altitude de La Paz. Aos 35, Capdevilla ficou na cara do gol, emendou com a esquerda, que não é a boa, e o chute saiu sem direção. Aos 40, o chute de Éverton quase enganou o goleiro boliviano, mas Quiñonez fez a defesa. Callejón respondeu com uma bomba por cima do gol.

Para o segundo tempo, Jayme sacou Gabriel e colocou Paulinho. Aos 13, em jogada trabalhada, o Fla chegou com chance clara de gol. André Santos cruzou para Hernane, mas a zaga afastou de carrinho. Aos 17, a bola de Cadu veio perfeita para Paulinho bater bonito de primeira, mas Quiñonez espalmou no reflexo. O Fla ficava mais à vontade na partida e as jogadas saíam com mais qualidade. O Bolívar finalizava muito a gol, mas Felipe realizou defesas excelentes sempre que exigido. Faltando dez minutos para terminar a partida, Alecsandro entrou no lugar de André Santos. Aos 39, o Brocador teve grande chance, após passe açucarado de Paulinho, mas Quiñonez encaixou a bola. Aos 42, Lucas Mugni quase marca um gol de placa: o argentino dominou a bola com duas embaixadinhas, girou no chute, mas o arqueiro boliviano foi nela, com a ponta dos dedos, na última grande chance do Flamengo na partida.

“Não adianta, temos que chegar aos dez pontos. Acabamos tomando gol na fatalidade. Temos que vencer, trabalhar para corrigir os erros. Tomamos um gol muito cedo e o time acabou sentindo”, analisou Wallace.

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