Agentes da PF no Acre aderem paralisação

Policiais federais em todo país paralisaram as atividades hoje em protesto ao engessamento do órgão. Os agentes apresentam números que demonstram queda dos indiciamentos e que comprovariam a retaliação do governo às operações de combate a corrupção.

Na manhã desta quarta-feira (04), policiais federais do Acre cruzaram os braços seguindo a paralisação nacional da categoria. Um dos objetivos do protesto é conscientizar a população de que os policiais federais precisam de liberdade no exercício da profissão.

Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), o Governo federal nos últimos 7 anos engessou o órgão. Isso aconteceu de acordo com a representação da categoria em retaliação às operações contra a corrupção, que abalaram os bastidores políticos do país.

Os servidores também denunciam que a direção geral da PF tem incentivado a deflagração precoce de operações para disfarçar o congelamento de determinados tipos de investigação.

Segundo dados do sistema nacional de informações criminais, o número de indiciamentos caiu drasticamente. Na relação divulgada pelo movimento, estão: crimes de quadrilha, peculato, do colarinho branco, corrupção passiva, entre outros. “Aquela pergunta que sempre fazemos: à quem interessa uma Policia Federal ineficiente? Certamente ao crime organizado, aos corruptores. À população não interessa”, comentou Edkallenn Lima, do Sindicato dos policiais federais do Acre.

Paralelo ao protesto contra o engessamento, os policiais federais apresentaram mais uma vez as reivindicações de carreira, como: reestruturação de cargos, valorização de titulação e regulamentação da lei de indenização de fronteira.


Agentes da PF no Acre aderem paralisação

Policiais federais em todo país paralisaram as atividades hoje em protesto ao engessamento do órgão. Os agentes apresentam números que demonstram queda dos indiciamentos e que comprovariam a retaliação do governo às operações de combate a corrupção.

Na manhã desta quarta-feira (04), policiais federais do Acre cruzaram os braços seguindo a paralisação nacional da categoria. Um dos objetivos do protesto é conscientizar a população de que os policiais federais precisam de liberdade no exercício da profissão.

Segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), o Governo federal nos últimos 7 anos engessou o órgão. Isso aconteceu de acordo com a representação da categoria em retaliação às operações contra a corrupção, que abalaram os bastidores políticos do país.

Os servidores também denunciam que a direção geral da PF tem incentivado a deflagração precoce de operações para disfarçar o congelamento de determinados tipos de investigação.

Segundo dados do sistema nacional de informações criminais, o número de indiciamentos caiu drasticamente. Na relação divulgada pelo movimento, estão: crimes de quadrilha, peculato, do colarinho branco, corrupção passiva, entre outros. “Aquela pergunta que sempre fazemos: à quem interessa uma Policia Federal ineficiente? Certamente ao crime organizado, aos corruptores. À população não interessa”, comentou Edkallenn Lima, do Sindicato dos policiais federais do Acre.

Paralelo ao protesto contra o engessamento, os policiais federais apresentaram mais uma vez as reivindicações de carreira, como: reestruturação de cargos, valorização de titulação e regulamentação da lei de indenização de fronteira

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