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Bombeiros: Rocha cobra melhores condições

O deputado Major Rocha (PSDB) lamentou na sessão desta quinta-feira, 12, o incêndio que começou por vota das 14h, atrás do Camelódromo (Mercado Municipal Aziz Abucater). O sinistro que começou dentro de um bar destruiu mais de 10 estabelecimentos de madeira. Cerca de 50 homens da Polícia Militar, Bombeiros e da Defesa Civil foram acionados para conter as chamas. O oposicionista destacou o empenho que, segundo ele, o Corpo de Bombeiro do Estado do Acre teve desde o momento em que foi acionado para atender a ocorrência. De acordo com o parlamentar, mesmo sem a estrutura devida e equipamentos necessários àqueles profissionais fizeram o impossível para garantir a segurança das pessoas que estavam no local.

“A verdade é que o Corpo de Bombeiros não tem condições para trabalhar, o governador não oferece a essa categoria os equipamentos necessários para que eles realizem com segurança e sucesso suas atividades”, disse.

Rocha alertou ainda o Governo do Estado afirmando que se houver um incêndio num prédio maior da capital acreana os bombeiros não terão condições de conter as chamas. “Se isso acontecer a responsabilidade será do governo e de ninguém mais, ontem eles encontram dificuldades de conter o fogo porque não tinha sequer pressão nas mangueiras. A categoria não possui viaturas em boas condições e as poucas que tem estão sucateadas. Vamos aguardar o que Tião Viana disponibilizou na Lei Orçamentária para melhorar o quadro desses profissionais”, complementou.
 
O parlamentar ressaltou entrevista concedida pelo comandante das guarnições do Corpo de Bombeiros, Major Eudemir, a um jornal local. Segundo a reportagem o oficial afirmou que o trabalho dos voluntários foi essencial para que o sinistro não atingisse proporções ainda maiores. “Major Eudemir ressaltou o trabalho e empenho dos voluntários para que o fogo não atingisse proporções ainda maiores. Ainda bem que tinham pessoas dispostas a ajudar porque os nossos bombeiros enfrentaram bastantes dificuldades para realizar o trabalho deles por conta da falta de aparelhamentos e água”, concluiu.

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