Na Capital, goteiras tiram alunos da escola

Alunos de uma escola pública de Rio Branco recusam-se ir às aulas em dias de chuva. Isso acontece porque os telhados da escola estão em péssimas condições e quando chove, as salas ficam molhadas. Além disso, outros problemas estruturais fazem com que a comunidade escolar exija providências da Secretaria Estadual de Educação.

A Escola Ramona de Castro, localizada no bairro Boa Vista, em Rio Branco, está com vários problemas em sua estrutura física. Por todo lado, as rachaduras se propagam. Na cobertura, telhas estão soltas. O descaso está resultando em evasão escolar. Segundo a coordenadora de ensino da unidade, Maria do Socorro, em dias de chuva, muitos alunos se recusam à ir pra escola para evitar os transtornos com a água que invade a sala de aula. “Eles dizem: Eu creio que vai chover e preciso de um canto pra ficar. Aí a gente dá a cobertura, diz que pode vir pra nossa sala, mas lá chove mais”, conta a coordenadora.

O problema segundo a coordenadora já foi apresentado à Secretaria Estadual de Educação (SEE), que no ano passado, enviou até um orçamento informando custos no valor de pouco mais R$ 500 mil reais, para reformar a unidade, mas as obras ainda não começaram. “Eu creio que o secretário que o governo do Estado não está nem sabendo do que tá acontecendo”, opina a profissional.

A SEE informou que no ano passado houve ampliação de salas e pequenas reformas na Escola Ramona de Castro e na época foram gastos pouco mais de 160 mil reais. Quanto à situação atual da escola, a Secretaria informou que um corpo técnico irá avaliar as condições da estrutura e a reforma só será possível quando houver orçamento disponível.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

*