Delivery: condenado amarga nova derrota no TJ

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, nesta quinta-feira, 3, não conheceu do habeas corpus impetrado por Adriano Macedo Filho, uma das pessoas condenadas no processo que ficou conhecido como “Operação Delivery”. Dos 15 condenados por crimes sexuais contra menores na operação, apenas quatro estão cumprindo pena em regime fechado, um deles é Adriano, que foi apontado na investigação como um dos agentes que levava as menores até os clientes. Os outros 11 condenados tiveram o benefício de recorrer em liberdade.

O defensor público Valdir Perazzo, que  atua no caso, levantou uma polêmica durante a sessão da Câmara Criminal. “Por que só os condenados, considerados pobres, estão no presídio, e os outros, que são de classe econômica mais alta não estão cumprindo a pena?”interrogou.

Para o defensor a condenação de Adriano esta carente de fundamentação, e mostrou documentos de bons antecedentes, e, que, o réu é primário, inclusive, estudava.

Os desembargadores não aceitaram a tese do defensor e votaram pelo não conhecimento do habeas corpus, já que o pedido na ação era repetição em ações de HC anteriores. O relator apenas disse que está analisando a apelação e logo deverá colocar o processo na pauta.

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