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“Não dá para aceitar a compra; população deve ser esclarecida”, diz Petecão

Durante dois blocos do ‘Gazeta Entrevista’, o senador Sérgio Petecão(PSD) e o deputado federal Gladson Cameli(PP) conversaram com o jornalista Alan Rick. Entre os principais temas abordados, a PEC dos soldados da borracha e a criação da CPI da Petrobras.

Sérgio Petecão disse estar chateado com a distribuição anônima de panfletos no centro da capital acreana. No informativo constava a informação que ele e os deputados federais Gladson Cameli e Márcio Bittar eram contra os seringueiros que vieram para a Amazônia durante a Segunda Guerra Mundial.

O senador concordou com a proposta original apresentada pelo relator Aníbal Diniz(PT), nela, o novo salário seria de R$ 3.789. Porém, o petista foi pressionado pela bancada do governo. Ao final, além dos R$ 25 mil de indenização, o pagamento mensal ficou em dois salários mínimos.

Já em relação à maior crise enfrentada pelo Acre devido à cheia do rio Madeira, os parlamentares destacaram a união de esforços da bancada federal. Petecão citou a reunião ocorrida no gabinete do governador Tião Viana(PT) como o maior exemplo do esforço conjunto para buscar alternativas e soluções.

Gladson Cameli afirmou que é preciso uma intervenção urgente após o nível da água baixar. “Ainda vai demorar 90 dias para voltar ao normal”, expôs. Conversas já foram feitas com o ministério do Transporte e Dnit.

Sobre a CPI do Petrobras, os dois parlamentares assinaram a lista favorável à investigação sobre a compra de uma refinaria americana pela estatal. Há suspeitas de superfaturamento. “A CPI é o instrumento mais forte que o congresso tem. Não dá para aceitar a compra; população deve ser esclarecida”, diz Petecão, argumentou Petecão.

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