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Para Jorge Viana, Aníbal Diniz está sendo vitimado no processo

O senador petista Jorge Viana foi o convidado do ‘Gazeta Entrevista’ na última sexta-feira, 7. Durante os três blocos do programa, ele falou sobre política, o mandato e respondeu as perguntas dos telespectadores.

A pré-candidatura de Nazareth Araújo como vice do governador Tião Viana(PT) foi bem vista pelo senador. Viana lembrou a trajetória da família. O pai dela, o cruzeirense José Augusto, tornou-se o primeiro governador eleito do Acre. A mãe, Maria Lúcia, exerceu mandato como deputada federal.

“Uma pessoa muito competente. Ela sabe ser gestora pública”, declarou. Com o lançamento de Nazareth, que é filiada ao PT, a candidatura de Aníbal Diniz ao Senado pode não vingar. Nesse cenário, o nome de Perpétua Almeida(PC do B) como a escolhida da Frente Popular, e preferida do governador, ganha ainda mais força.

Jorge Viana falou em respeito ao mandato e também na lealdade de Diniz. Segundo ele, Aníbal está sendo vitimado neste processo. Mesmo assim, JV acredita que o colega de parlamento leve a candidatura dentro do PT. “Até dia 20[de fevereiro] temos a definição da chapa majoritária”, enfatizou.

Sobre o mandato e expectativas para 2014, Viana torce para que ocorra a aprovação de uma série de mudanças no código penal brasileiro. Entre elas, aumento da pena mínima de seis para oito anos nos chamados crimes hediondos. Endurecimento também nas penas de quem utiliza menores de idade para cometer delitos.

Viana também opinou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que determina o Estado a demitir mais de três mil servidores contratados sem concurso público. Quando governador, JV enfrentou a mesma situação. Na época, chegou a afirmar que preferia ser preso que demitir os funcionários públicos.

“Enquanto for senador, estaremos nessa batalha. Vamos encontrar uma maneira de minimizar esse impacto. Temos o tempo como aliado”, argumentou. Questionado por um telespectador em relação a ferrovia que vai do Rio de Janeiro ao Peru, o parlamentar, além de defender, pediu mais agilidade na conclusão da obra. “Isso é adequado para a Amazônia, na questão econômica e ambiental”, finalizou.

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