Polícia Civil: governo diz que diálogo foi rompido

Em assembléia geral realizada em frente ao Palácio Rio Branco, os servidores da Polícia Civil do Acre decidiram se manter em estado de mobilização contra o governo. Eles reivindicam a valorização da categoria e melhores condições de trabalho. Nesta quarta-feira, 22, eles fizeram uma paralisação de advertência.

Segundo o sindicato da categoria, os agentes, escrivães e delegados vão continuar se recusando a executar funções que não são da competência deles. É a chamada “operação cumpra-se a lei” que já vinha acontecendo desde o início do ano.  

“Os policiais civis já estão cansados de promessas não cumpridas, nós tínhamos leis que nos garantiam direitos que nos foram tirados, nós tínhamos leis que estabelecia uma situação e de repente mudou, então nós queremos por escrito,  que fique claro o que nós estamos reivindicando”, declara Itamir Lima, presidente do Sinpol .

Nesta terça-feira, 21, em uma reunião de negociação com o sindicato, o governo se propôs a conceder benefícios que não dependem de alteração em lei, como gratificações para servidores que concluíram nível superior, e promoções que estão pendentes, no caso, mudança de categoria de servidores com respectivo ganho salarial de acordo com o tempo de serviço.

Essa proposta do governo foi rejeitada pela categoria na assembléia desta quarta-feira. No final da manhã, o secretário de comunicação institucional do governo, Leonildo Rosas, fez uma publicação nas redes sociais, informando que o diálogo com o sindicato dos servidores da Polícia Civil está rompido.

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