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Por BR, parlamentares acreanos e rondonienses vão ao Gabinete Civil de Dilma

O senador Jorge Viana, do Partido dos Trabalhadores – PT do Acre, esteve no Gazeta Entrevista desta sexta-feira, 28, para falar dos problemas enfrentados pelo estado e também sobre a reunião realizada entre governo e oposição.

A reunião realizada na sede do governo do Estado foi organizada pelo senador Sérgio Petecão e o governador Tião Viana, com a intenção de buscar soluções para dois problemas: o atual, que é a crise no abastecimento do Estado devido à cheia do rio Madeira e que virá num futuro próximo, a recuperação da BR-364.

Entre os encaminhamentos da reunião, segundo o senador, ficou decidido que a partir da próxima semana os parlamentares do Acre vão procurar a bancada federal de Rondônia. Juntos eles farão visitas à Casa Civil da Presidência da República e aos ministérios em Brasília. Uma das reivindicações é a reconstrução da BR-364 no trecho alagado após as águas baixarem.

“Hoje nós tivemos uma reunião muito interessante, e fizemos uma conversa onde a política partidária ficou de lado e o interesse do cidadão acreano e do nosso Acre ficou em primeiro plano,” disse o senador sobre a reunião.

Jorge Viana falou também da viagem que e ele e sua equipe fizeram até o município de Mutum Paraná, em Rondônia, onde vários caminhoneiros encontram-se ilhados. Segundo o senador, a viagem foi realizada para que a equipe acreana pudesse ver de perto a situação dos que ali estão. Além disso, no local está sendo realizada uma via alternativa para fazer a travessia dos caminhões entre os estados do Acre e Rondônia.

Fila nos postos

Segundo o senador “em pouquíssimo tempo a situação deve se normalizar”, as providencias continuam sendo tomadas e o transporte de combustível continuará sendo feito.

Ele disse ainda que a expectativa de baixa no nível do rio Madeira é grande, pois na cabeceira do rio já parou de chover.

Oposição

Perguntado sobre a força da chapa majoritária da oposição anunciada na noite desta quinta-feira, 27, o senador não quis fazer muitas declarações, apenas disse que dentro da oposição ainda existem desavenças e que isto é um problema que não lhe diz respeito. “A oposição agora primeiro vai ter que se entender, e ela também é parte do jogo democrático, tomara que o debate seja num nível elevado.”

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