060519-policia-casomaria

Caso Maria Cecília: Delegado prorroga inquérito

Fato aconteceu no mês de março em Rio Branco

O caso da Maria Cecília aconteceu no mês de março em Rio Branco. A mãe da menina, de apenas 2 meses, a enfermeira Micilene Souza, acusa o Policial Federal, Dheymerson Cavalcante, de ter premeditado a morte da própria filha com a ajuda da mãe do policial, porque ele não queria pagar a pensão alimentícia.

Segundo o laudo do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte da criança foi por broncoaspiração (insuficiência respiratória e obstrução das vias aéreas causadas pela quantidade de leite ingerido).

O delegado responsável pelo caso, Martin Hessel pediu prorrogação do inquérito por 30 dias, por demora na perícia, mas esse prazo já vence no próximo dia 9. Hessel aguarda o resultado de um laudo que vai constatar se o leite era mesmo industrializado, conforme denúncia da mãe.

“Toda parte de campo, diligência já foi feito, já está concluída. Estamos aguardando somente a finalização do laudo de substância que a gente encaminhou para o Instituto de Análise em Florence o qual pela demanda de trabalho está sobrecarregado, só tem um perito fazendo essas análises, também estamos aguardando alguns relatórios dos equipamentos que foram encaminhados para a perícia e assim que a gente estiver com tudo pronto vamos fazer o relatório final e concluir o inquérito”, disse o delegado.

O delegado também mencionou com a possibilidade de prorrogar o prazo por mais 30 dias para só depois encerrar o inquérito.

“Nós pedimos um novo prazo e não conseguimos concluir e um novo pedido será feito, de modo que, quando estiver com todos os laudos em mão nós possamos concluir o inquérito e faça esse comunicado a justiça e toda a sociedade”, explicou Hessel.

Enquanto isso o Policial Federal segue afastado de suas funções por força de um atestado, ele é representado no caso pelo seu advogado que já prestou depoimento para o delegado Martin Hessel. Atualmente, Dheymerson mora com a sua mãe em Maceió, estado de Alagoas.

O resultado do exame de DNA, divulgado em abril, confirma que o Policial Federal é mesmo o pai da criança. Dheymerson Cavalcante nega todas as denúncias apresentadas e se diz inocente.

 

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*