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Casos de ataques incendiários são orquestrados

No Cidade do Povo, até box da PM é ameaçado

Uma sequência de ameaças incendiárias a instituições públicas começou na Capital e no interior. A polícia se antecipou a todos os quatro casos registrados. Em Rio Branco, criminosos tentaram incendiar a sede do Conselho Tutelar do Segundo Distrito e um box da PM. Em Brasileia, a sede do Cras. Em Senador Guiomard, o prédio do Ministério Público foi atacado e, em Sena Madureira, o prédio do ICMBio.

Além desses casos, há registro de um atentado à residência de um casal de policiais militares no bairro Adalberto Aragão, há dois dias. Foram feitos entre 12 e 15 disparos. Não houve mortos e nem feridos.

O trabalho conjunto do Iapen, Polícia Militar, Polícia Militar e PRF conseguiu se antecipar às ações criminosas e evitou que os incêndios destruíssem os prédios públicos.

No caso do box do Cidade do Povo, os envolvidos foram presos em flagrante com vários coquetéis molotov. Os jovens presos chegaram a afirmar que a ordem para incendiar teria partido de dentro do presídio.

Quem conduz as investigações desses casos é o delegado Odilon Vinhadelli, da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Decore).

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