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Condições de ramal dificultam trabalho do IML

Técnicos demoram 6 horas para trazer corpo

Os técnicos do IML de Rio Branco demoraram mais de seis horas para trazer para a Capital o corpo do jovem Josué Ferreira da Silva, 28, assassinado na madrugada de domingo com um tiro de espingarda no tórax.

Os profissionais do Instituto Médico Legal levaram um quadricículo para enfrentar a lama do Ramal Olha D’Água, localizado no Km 90 da Estrada Transacreana. Em determinados momentos, o quadricículo teve que ser guinchado por um trator, também levado pela equipe como precaução.

“Se não fosse o trator, eles ainda estavam lá”, disse Emanuel Almeida da Silva que tem parentes que moram no ramal. Segundo ele, há aproximadamente mil famílias morando na região e estão sujeitas a essas condições para escoar produção e viver.

O crime aconteceu por volta das três horas da manhã deste domingo (9). O jovem Josué Ferreira d Silva bebia com amigos quando saiu andando pelo ramal para comprar mais bebidas. Nesse momento, estava acompanhado de amigos.

Em um determinado instante, uma pessoa que, segundo testemunhas, o “Edvaldo”, mais conhecido na região como “Negão do Assis” chamou Josué pelo nome. Quando o jovem se virou, foi assassinado com um tiro de espingarda.
Josué deixa órfãos três filhos.

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