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Delegado Rêmulo Diniz fala sobre matéria veiculada no site UOL

Ele disse que vazamento de informações é ato criminoso

Na manhã desta quinta-feira (30) o delegado Rêmulo Diniz, reuniu a imprensa no auditório da secretaria de Polícia Civil para se pronunciar sobre o mal estar envolvendo seu nome, que culminou no seu afastamento da pasta de secretário de Polícia Civil, cargo que ocupava desde o início de janeiro.

“Venho aqui a público demonstrar que só tive acesso aos autos ontem, nunca fui chamado, intimado, ou, mesmo ouvido pelo Ministério Público, pela Polícia Civil ou pelo Judiciário. O inquérito policial corria em segredo de justiça, que foi levantado ontem, assim eu tive acesso com autorização judicial, uma vez que estava em segredo absoluto.”

Diniz explicou que não era alvo de investigação por parte da Operação Cicário, que corria em segredo de justiça. Segundo ele, o vazamento de informações à imprensa nacional se configura em um ato criminoso que deve ser apurado pelas autoridades. 

O delegado afirmou, que apesar de o nome dele não estar relacionado a qualquer atividade criminosa, causou estranheza um dos delegados da Operação Cicário ter pedido sua prisão por conversas de trabalho mantidas com o tenente Farias do Bope, pedido esse que foi negado pela justiça por falta de provas. “Aconteceu uma ação deliberada, com a intenção de tentar no inicio impedir que eu assumisse a secretaria de Polícia Civil e depois, com isso, me derrubar do posto, uma vez que há intenção escusas. Como é que isso se prova. O inquérito policial foi concluído com todas as provas que vinham sendo analisadas de maio até o dia 28 de novembro e meu nome nunca foi citado em nada. No dia 17 de dezembro, quando eu já era indicado secretário de Polícia Civil foi juntado um pedido de compartilhamento de provas, e nesse pedido não foi juntado qualquer prova de ligação minha com membros de facções criminosas, ou ligação minha com o tenente Farias que foi preso, que tenha qualquer interesse com facção criminosa, ou que tenha auxiliado, esse pedido foi negado pela justiça e o juiz trouxe nas suas palavras, que está na sentença, que ‘causava estranheza aquele pedido, uma vez que atrapalhou o andamento do processo e não trouxe qualquer elemento que tivesse vinculação com a operação Cicário.’”

Disse que pensa em processar os responsáveis que tentaram denegrir sua imagem de forma covarde e reiterou que se sente preparado para retornar ao cargo de secretário. “Não quero vincular qualquer tipo de acusação a gestão atual do governo Gladson Cameli, eu estou à disposição disso, esperarei todas as decisões, todas as analises. Estou a disposição, minha conduta continua firme e forte.”

Servidores da Polícia Civil lotaram o auditório da Instituição e manifestaram apoio após a coletiva de Diniz.

 

Delegado Rêmulo Diniz fala sobre matéria veiculada no site UOL

Matéria falava de suposto envolvimento do secretário com uma facção

 

Na manhã desta quinta-feira (30) o delegado Rêmulo Diniz, reuniu a imprensa no auditório da secretaria de Polícia Civil para se pronunciar sobre o mal estar envolvendo seu nome, que culminou no seu afastamento da pasta de secretário de Polícia Civil, cargo que ocupava desde o início de janeiro.

Diniz explicou que não era alvo de investigação por parte da Operação Cicário, que corria em segredo de justiça. Segundo ele, o vazamento de informações à imprensa nacional se configura em um ato criminoso que deve ser apurado pelas autoridades.

O delegado afirmou, que apesar de o nome dele não estar relacionado a qualquer atividade criminosa, causou estranheza um dos delegados da Operação Cicário ter pedido sua prisão por conversas de trabalho mantidas com o tenente Farias do Bope, pedido esse que foi negado pela justiça por falta de provas.

Disse que pensa em processar os responsáveis que tentaram denegrir sua imagem de forma covarde e reiterou que se sente preparado para retornar ao cargo de secretário.

Servidores da Polícia Civil lotaram o auditório da Instituição e manifestaram apoio após a coletiva de Diniz.

 

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