Ícaro Pinto e Alan Araújo são condenados a mais de 18 anos de prisão

Acusados foram condenados pela morte da jovem Jonhliane Paiva ocorrida em agosto de 2020

Por Márcio Bleiner, para agazeta.net

Após três dias de júri, o Tribunal de Justiça do Acre condenou os réus Ícaro José da Silva Pinto e Alan Araújo de Lima a penas que, somadas, ultrapassam 18 anos de prisão. Ícaro, condenado a 10 e 10 meses de prisão deve começar a cumprir a pena em regime fechado; já Alan, condenado a 7 anos e 11 meses de reclusão, deve cumprir a pena em regime inicial semiaberto.

Os jurados entenderam que ambos praticaram o crime de homicídio doloso simples, sendo que Ícaro Pinto também cometeu os crimes de embriaguez ao volante e omissão de socorro.

O julgamento foi realizado no Fórum Criminal Lourival Marques de Oliveira, na Cidade da Justiça da Capital e foi transmitido pelo Google Meet para 400 pessoas inscritas.

Dos dias 17 a 19 de maio, testemunhas e réus foram ouvidos. Ícaro Pinto negou a prática de racha. Ele dsse que não prestou socorro à vítima por medo e confirmou a ingestão de bebida alcoólica. Alan disse não ter bebido, mas confirmou que dirigia o veículo em alta velocidade. Ambos disseram não se conhecer.

Além da condenação de privação de liberdade, os réus terão que pagar indenização por danos morais no valor de 150 mil à mãe de Jonhliane Paiva, que também deverá receber dos réus pensão vitalícia no valor de 2/3 do salário-mínimo.

O promotor de Justiça do caso foi Efrain Enrique Filho. Na defesa de Ícaro, atuaram os advogados Luiz Carlos da Silva neto; Jorgenei da Silva Ribeiro; Ricardo Gontijo Buzelin e Antônio Araújo da Silva. Já os advogados de defesa do Alan foram Helane Christina da Rocha; Janína Sanchez; Carlos Venícius Júnior; Edilene da Silva e Kátia Siqueira.

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