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Juíza pede que militares ajudem na segurança de presídio de Rio Branco

Clima está tenso no presídio Francisco de Oliveira Conde

A Juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, enviou um ofício para o Comando da Policia Militar, pedindo com urgência que a corporação envie homens para manter a segurança no pavilhão conhecido como chapão, no presídio Francisco de Oliveira Conde.

A tentativa de fuga e o início de um rebelião no complexo, durante esse final de semana, deixou o clima tenso na unidade e demonstrou a fragilidade do sistema. Na hora, policais militares e agentes penitenciários conseguiram impedir a saída de um grupo de presos, mas, segundo a magistrada, se for uma rebelião mais forte, a segurança do presídio não vai impedir a onda de violência e fugas.

A situação está tão complicada que, nesta terça-feira, 29, três deputados estaduais fizeram uma visita com título de inspeção, 20 minutos depois que saíram, os agentes descobriram que dois detentos do semiaberto tinham fugido.

A fragilidade do sistema e os constantes manifestos do agentes, contra ao governo do estado, levaram a juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, a tomar algumas medidas.

O comando da Policia Militar ainda não deu uma resposta. A juíza espera que ela não venha tarde demais. No chapão é onde ficam os presos que já foram julgados. A capacidade é para 540 detentos, atualmente existem 1.323.

A juíza determinou ao Instituto de Administração Penitenciária que faça uma investigação sobre a fugas que estão acontecendo com frequência entre os presos do semiaberto que não conseguiram carta  de emprego.

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