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Justiça nega pela 2ª vez Habeas Corpus ao tenente Farias

Policial Militar está preso há cerca de três meses

A prisão do tenente Josemar Farias, do Batalhão de Operações Especiais, Bope, completou três meses. O Policial Militar é acusado por organização criminosa, peculato, corrupção passiva e prevaricação.

O processo era julgado pela 3º vara criminal da comarca de Rio Branco, mas foi encaminhado à justiça militar. A defesa entrou com um pedido de liberdade para o tenente, mas foi negado.

“Ele é uma pessoa que tem 32 anos de serviço policial, nunca teve qualquer crime contra ele, uma pessoa que tem um comportamento excepcional na Polícia Militar, então ele dispõe de todas as condições favoráveis para que ele permaneça em liberdade. Infelizmente no dia de hoje o Tribunal de Justiça não concedeu a ordem de habeas corpus para que ele possa responder o processo em liberdade”, disse o Advogado de Defesa, Mário Rosas.

É o segundo habeas corpus negado pelo TJ, a defesa também entrou com um pedido no Superior Tribunal de Justiça, STJ, que está em andamento. O advogado vai também ao Ministério Público pedir providências por não concordar com as investigações realizadas pelos delegados.

O tenente foi preso na Operação Sicário, da Polícia Civil, suspeito de manter contato com facções criminosas. O advogado aguarda agora a decisão da auditoria militar, que pode, em 24h, colocar farias em liberdade.

“Tivemos um ganho que determinou em 24 horas que esse processo seja encaminhado para a auditoria militar, e lá o juiz analise, se mantém preso, ou não, o tenente Farias. E os atos praticados pelo juiz, que já se julgou incompetente”, conclui o advogado de defesa.

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