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“Minha filha estava no canto errado na hora errada”

Pai negou que Luana Aragão fosse de facção

Juscelino Mota da Silva, pai da Luana Aragão da Silva. Segundo o pai, que mora na frente da casa onde ocorreram os crimes. Ela não fazia parte de facção, que trabalhava com ele na empresa dele. Ele afirma que, em nenhum momento, a polícia foi conversar com ele e nem com ninguém da família.

“Minha filha acordava todo dia às 6 horas, era entregadora na minha empresa. Ela não participava de facção. Não é proibido a pessoa ter amigos. Creio em Deus. Creio que a Justiça de Deus vai nos privilegiar nessa hora. Minha filha nunca teve passagem pela polícia. Minha filha era uma pessoa alegre. Era cheia de vida”, relata o pai.

Ele diz que, até agora, a polícia tem sido omissa em relação às investigações. “Até hoje, não veio nenhum policial civil na minha casa para colher uma informação. E daí, já vem dizer que, para compensar a incompetência deles que não se resolve nenhum caso, dizer que é briga de facções. Nós pagamos nossos impostos e nós estamos sujeitos a isso? Não podemos mais nem ficar em frente às nossas casas, nas varandas das nossas casas por causa da violência. Ninguém toma uma providência, a polícia não toma uma providência. Aonde nós vamos parar?”, pergunta o pai.

De acordo com o pai, Luana estava tomando tereré e jogando baralho com os amigos.

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