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Na Capital, faltam vagas nos presídios; presos se acumulam em delegacias

Juíza pede explicações à direção do Instituto de Administração Penitenciária

A Juíza Luana Campos, da Vara de execuções Penais, vai enviar um ofício (mais um), para a direção do Instituto de Administração Penitenciária, pedindo explicações sobre as reclamações do presos e porque não existem vagas nas unidades.

Na manhã dessa quarta-feira, a escolta feita por policiais civis, que leva os presos da delegacia para os presídios informou que ficaria parada porque não existem vagas nos presídios: Francisco de Oliveira Conde,  Antônio Amaro e em Senador  Guiomard.

Até ontem (1º), 17 presos estavam nas celas da delegacia de flagrantes porque não havia vagas nas unidades prisionais. Alguns estavam há 3 dias, quando no máximo devem ficar 24 horas.

Quem foi  presos na terça-feira não tem previsão de quando serão levados ao presídio. Pelo rádio, a escolta avisava que o presídio está superlotado.

A situação se agravou com as operações da Policia Civil, muita gente foi presa, mas não se pensou onde colocaria.

Na manhã desta quarta-feira,  na Vara de Execuções Penais, a Juíza Luana Campos, fazia audiências na tentativa de liberar mais de 50 presos que vão para o regime semiaberto ou vão passar a usar uma tornozeleira eletrônica.

Em uma conserva reservada, a magistrada informou que está enviando um documento ao Iapen, pedindo informações sobre as reclamações dos presos e a falta de vagas nas unidades.

Já a direção do Iapen pediu um prazo para se manifestar.

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