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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio

Eles teriam executado jovem no início de 2018

Polícia prendeu nesta sexta-feira (12) os três suspeitos de cometerem um crime contra o Alexandre dos Anjos Magalhães morto com três tiros.

Alexandre foi encontrado numa região de mata na praia do Amapá com três tiros, as mãos algemadas para trás e requintes de crueldade. Esse crime aconteceu no início de 2018 e depois de quase um ano a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) conseguiu prender os três suspeitos de participação nesse crime.

John Cleison Rodrigues Ferreira teria sido o autor dos disparos, o Amauri Sandro da Silva Lima foi à pessoa que conduziu o veículo e o Francimar Conceição da Silva é o dono das algemas.

“Isso é um grande trabalho da DHPP, a elucidação desse crime que inclusive na época levantou suspeita que poderia ter sido policiais, mas com esse trabalho da equipe de investigação a gente conseguiu trazer o resultado demonstrando toda ação criminosa efetuada por esses autores e trazendo também a justiça para a família dessa vítima”, disse o Delegado, Martin Hessel.

De acordo com a DHPP, Francimar já é investigado e pode estar envolvido em mais de dez homicídios na região do Taquari e loteamento Praia do Amapá, entre eles, o triplo homicídio dos adolescentes que em junho do ano passado foram para a expoacre e quando retornavam para as suas casas teriam sido mortos e os corpos foram ocultados.

“Ele já tem várias passagens, por outros crimes, já foi denunciado nesse caso específico dos adolescentes e alguns outros inquéritos que ainda estão sendo investigados na DHPP e assim que conseguirmos demonstrar a sua participação faremos a apresentação do mesmo à justiça”, falou o delegado.

Francimar Conceição já está recluso no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde (FOC) desde há época do homicídio dos adolescentes. “Conseguindo demonstrar todas essas situações com as que já estão devidamente provadas é bem possível que ele fique o tempo máximo de pena no Brasil que é 30 anos de reclusão”, concluiu Hessel.

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