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Polícia conclui formação de quinze peritos

Treinamentos práticos e simulações de situações reais

Peritos em formação, aprovados no último concurso da Polícia Civil do Acre, participam de aula prática sobre simulação de acidentes de trânsito. A atividade que faz parte da última fase do certame, também ajuda a capacitar os novos servidores, em situações reais.

A aula prática para os futuros peritos do Acre aconteceu no Distrito Industrial de Rio Branco. Num local pouco movimentado e com as características necessárias para as simulações.

Uma das áreas forenses que os peritos atuam é o acidente de trânsito e segundo um dos professores, o diretor do Departamento de Polícia Técnico Científica, Halley Villas Boas, para informar a dinâmica do fato, existem métodos específicos.

“Os alunos estão aqui para que saibam a partir da ciência em prática e in loco, aferir os cálculos de curva, retilíneos, em pavimentos como barro, areia, vegetação, asfalto, para que os mesmos estejam capacitados para aferir a velocidade do veículo”, disse.

Com fitas métricas e placas os alunos aprendem o que foi explicado nas aulas teóricas. Os sinais de frenagem na pista dão indícios que vão compor a conclusão do trabalho pericial.

Entre os 15 peritos em formação, está a ex-professora Mônica Paêla. A jovem deixou as salas de aula, no estado de Rondônia, depois que foi aprovada em outubro de 2015 no concurso da Polícia Civil do Acre. Já passou por seis fases e agora se prepara para atuar. Para ela, um novo mundo, de inúmeras possibilidades.

“Na verdade, o perito tem uma formação específica, tem várias áreas de formação, mas nós estamos habilitados para atuar dentro da perícia. Por isso, o curso de formação multidisciplinar e a ideia é justamente essa, que o perito está habilitado para fazer qualquer tipo de perícia. Claro que tem as áreas mais específicas, mas a ideia é ser perito oficial. Viemos agora pra fazer a parte prática, fazer todos os cálculos, levantar todas as variáveis que podem influenciar num ambiente de trânsito e chegar a um resultado fidedigno, o mais próximo possível do que de fato aconteceu”, disse a aluna Mônica Paêla.

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