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Polícia não descarta vingança como motivo do homicídio

Empresário foi baleado na tarde da última sexta-feira

A Polícia Civil não descarta que a morte do empresário Getúlio Dantas de Queiroga, 60, baleado no peito três vezes na tarde sexta-feira, 6, pode ter sido por vingança.

Ele e o irmão, Jeová Dantas Queiroga, que também foi baleado duas vezes no rosto, estavam na fábrica de manilhas, da qual são sócios, quando dois homens chegaram numa moto atiraram. Primeiro acertaram Jeová, que estava almoçando, em seguida atiraram contra Getúlio, que não resistiu aos ferimentos morrendo no sábado pela manhã.

A forma como ocorreu o crime indica para uma possível execução. A polícia apurou que, em setembro do ano passado, Getúlio baleou um bandido quando tentava assaltá-lo no escritório da fábrica de manilhas, que fica no Polo Moveleiro de Rio Branco.

A polícia já identificou esse homem que está desaparecido.

Testemunhas apontam que os atiradores quando chegaram na tarde de sexta-feira não anunciaram o assalto e não levaram nada, e, naquele dia, era pagamento dos funcionários.

A família não quer falar sobre o assunto e o segundo empresário baleado continua internado, em estado grave.

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