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Semana começa com três execuções na periferia da Capital

As três mortes têm características de execução

Na noite desta segunda-feira (3), foram registrados três homicídios com características de execução na Capital.

A primeira morte aconteceu no bairro Mocinha Magalhães. O pedreiro Antônio Augusto, segundo populares, estava em companhia de um amigo caminhando pela rua, quando, na travessa Pitanga, dois homens em uma moto chegaram e efetuaram pelo menos seis disparos.

Antônio ainda tentou fugir e se abrigar no quintal de uma residência, mas foi atingido com um tiro nas costas e outro na nuca. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu e morreu dentro da viatura do Samu.

A segunda morte da noite aconteceu na Estrada do Barro Vermelho, próximo à Penal.

José Mauricio da Silva Roque, 21, e outro detento (identificado apenas por “Elias”) saíam da penitenciaria de Rio Branco após receberem o alvará de soltura.

De acordo com José, eles caminhavam pela estrada do Barro Vermelho (que dá acesso à prisão), quando um carro e uma moto twister preta teriam parado próximos a eles. “Eles chegaram dizendo ‘perdeu, perdeu’, e começaram a atirar. Foram mais de 10 tiros”.

José levou um tiro de raspão e ficou com o braço e região do tórax feridos. Mesmo assim, ele conseguiu correr e se esconder em um matagal próximo ao local onde estavam. Elias não teve a mesma sorte e foi atingido com vários tiros e morreu no local.

Estudante morto

Por volta das 21h30min desta segunda-feira (3), Kelvin Torres, 23, foi morto enquanto estava em uma parada de ônibus, próxima à escola Raimundo Gomes de Oliveira, no bairro Tucumã.

Segundo a namorada do rapaz (que não quis se identificar), Kelvin havia acabado de sair da escola onde estudava e foi até a parada para acompanhá-la. Neste momento, dois homens em uma moto preta pararam. O garupa desceu, pediu para se afastar e efetuou vários disparos contra a vitima. Kelvin foi atingido com dois tiros na região da cabeça. O jovem não resistiu e morreu ainda no local. A Polícia diz que vai investigar os casos.

 

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