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Taxista pode integrar rede de distribuição de droga

15 quilos podem fazer parte de um esquema maior

O taxista Eudes da Silva Ferreira foi apresentado na tarde desta quarta-feira, 3, pela Polícia Civil. Durante abordagem na BR-317, os agentes encontraram 15 quilos de cocaína na caminhonete que ele dirigia.

Esta não é a primeira vez que ele é preso por tráfico de drogas. Na época, Eudes foi julgado por associação ao tráfico. Com a reincidência, a linha de investigação muda. As suspeitas levam a crer que o taxista faz parte de uma rede de distribuição no Estado.

“Ele foi preso com outras três pessoas. E enquadrado como associação ao tráfico. Os investigadores constataram isso e chegaram até a prisão deste cidadão”, argumentou o delegado Nilton Boscaro.

Em depoimento, Eudes afirmou que vendeu três carros que possuía e comprou a droga por R$ 60 mil, na Bolívia. O entorpecente iria ser revendido em Rio Branco.

O suspeito saiu da penitenciária há três meses. O que chama a atenção é o patrimônio do taxista. De acordo com as investigações, Eudes possui fazenda, restaurante e carros.
O taxista afirmou ter apenas o estabelecimento comercial localizado no Segundo Distrito da Capital. “Estou arrependido. Isso é uma vergonha para minha família. Fiz por necessidade”, enfatizou.

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