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Acre recebe representantes da Colômbia e do Peru

Encontro para expor experiências produtivas do Acre

Na manhã desta quarta-feira (21) foi promovido um encontro internacional entre ministros e representantes da Colômbia e Peru em Rio Branco, eles vieram acompanhar as experiências produtivas locais.

O intercâmbio é uma realização do Banco Mundial, por meio do Programa Paisagens Sustentáveis da Amazônia, que engloba Brasil, Peru e Colômbia. “Nesses três países nós estamos desenvolvendo trabalhos para buscar um desenvolvimento econômico com sustentabilidade ambiental, com manutenção da floresta, com geração de emprego e renda, principalmente com o foco nas populações mais pobres e com serviços básicos de saúde e educação para todos,” explicou a representante do Banco Mundial Adriana Moreira.

A agenda consiste em visitas a áreas como o complexo de piscicultura Peixes da Amazônia e a cooperativas que atuam na cadeia produtiva do estado e na mecanização para reflorestamento de áreas degradadas. Além de seminários.

A preservação da floresta local será um dos temas do intercâmbio. Conforme o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em 2017 o estado reduziu 34% do seu desmatamento ilegal e entre os anos de 2002 e 2015 aumentou em 81% o seu Produto Interno Bruto.

“Nós saímos de uma etapa anterior de proibir por proibir, nós dizemos assim, tem muitos caminhos para usar quase 3 milhões de hectares abertos no Acre com política de intensificação e tecnologia, diversificação de base econômica, gerando lucro, gerando qualidade de vida,” disse o governador do Acre, Tião Viana.

Desde 2008 o Banco Mundial já liberou cerca de 470 milhões de dólares ao Acre por meio de empréstimos, os recursos foram liberados para investimentos em todos os setores do estado com foco na redução da pobreza, redução do desmatamento, desenvolvimento sustentável, inclusão social e geração de empregos.

“Esse é um trabalho que o Banco Mundial considera quase que como um laboratório de teste de novas iniciativas inovadoras, e o Acre tem essa liderança, não só na América do Sul, mas globalmente no desenvolvimento de um modelo de sustentabilidade,” concluiu Adriana.

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