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Analfabetismo: Governo do Acre aciona Unesco

Alfabetização de 62 mil pessoas até dezembro de 2018

O Governo do Acre acionou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para que fosse constatada a classificação de área livre de analfabetismo. A meta de alfabetizar 62 mil pessoas até dezembro de 2018 coloca o problema em porcentagem residual (menos de 4%).

“O Governo do Estado está em conversa com a Unesco para avaliação do programa Quero Ler e, consequentemente, confirmação da erradicação do analfabetismo no Acre”, confirmou a assessoria do Gabinete Civil.

Em 2014, o IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, constatou que 13,1% dos habitantes com mais de 15 anos eram analfabetos. Um número melhor do que a taxa de analfabetismo registrada em 1991, quando 16,56% não sabiam ler nem escrever.

A busca ativa do Governo do Acre desde 2015, com a implantação do programa Quero Ler, tem tido cada vez mais dificuldades em encontrar pessoas que são analfabetas e que se disponham a estudar. “Nós sempre soubemos que iria ficar cada vez mais difícil. Mas, nós vamos conseguir, estamos trabalhando muito para fazer com que a taxa caia para menos de dois por cento, um por cento”, entusiasma-se o secretário Adjunto de Educação e atual coordenador do programa Quero Ler, Evaldo Viana.

Atualmente, o Quero Ler está com 16,8 mil alunos distribuídos em 1,2 mil turmas em todo estado. A intenção do Quero Ler é vincular o aprendizado conquistado na alfabetização com a continuidade dos estudos no programa de Educação de Jovens e Adultos.

A Secretaria de Estado de Educação calcula que, de 2015 até hoje, com a implantação do Quero Ler, 50 mil pessoas foram alfabetizadas (incluindo os que atualmente estão estudando e devem concluir o processo no final de janeiro).

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