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Datafolha divulga pesquisa sobre educação sexual

54% são a favor do debate em sala de aula 

Por ser tratado com conservadorismo e tabus, a educação sexual no Brasil é um tema pouco debatido. O Datafolha, instituto de pesquisas do Grupo Folha, realizou uma pesquisa nas primeiras semanas de 2019 sobre a opinião dos brasileiros: “Educação sexual deve ser tema de aula nas escolas?”

Como resultado 54% dos entrevistados concordou com o assunto ser apresentado em sala de aula, enquanto 44% discordaram. Não souberam ou não quiseram opinar representam 2%.

O tema ganhou popularidade durante a campanha presidencial de 2018, quando o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentava como um dos carros chefes da campanha a negativa sobre o assunto.

Muitos estudiosos defendem que o tema seja abordado inicialmente em casa, mas isso não é comum, pois muitos pais não se sentem à vontade ou mesmo habilitados para falar sobre isso. Assim, as escolas passam a cumprir este papel.

Educação sexual aborda temas como o sexo, a gravidez, o aborto, métodos contraceptivos, a importância da camisinha e infecções sexualmente transmissíveis. Mas não é só disso que se trata, a puberdade, higiene, cuidados com o próprio corpo e menstruação são temas também abordados.

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2011 e 2017 foram notificados 184.524 casos de violência sexual no Brasil, desses 141.105 foram contra crianças e adolescentes, totalizando 76%.

Nos registros do Sistema Único de Saúde (SUS) 49,5 mil meninas com idades de 10 a 19 anos sofreram estupro de 2011 a 2016. Em quase 60% dos casos o crime ocorreu na casa da vítima.

A exemplo disso, no final de 2018 em Vila Velha, no Espírito Santo, uma garota de 11 anos estava sendo estuprada pelo padrasto e após uma palestra sobre educação sexual na escola ela denunciou para a coordenação os abusos ocorridos.

 

Datafolha divulga opinião dos brasileiros sobre educação sexual

54% dos entrevistados são a favor do debate em sala de aula

Por ser tratado com conservadorismo e tabus, a educação sexual no Brasil é um tema pouco debatido. O Datafolha, instituto de pesquisas do Grupo Folha, realizou uma pesquisa nas primeiras semanas de 2019 sobre a opinião dos brasileiros: “Educação sexual deve ser tema de aula nas escolas?”

Como resultado 54% dos entrevistados concordou com o assunto ser apresentado em sala de aula, enquanto 44% discordaram. Não souberam ou não quiseram opinar representam 2%.

O tema ganhou popularidade durante a campanha presidencial de 2018, quando o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentava como um dos carros chefes da campanha a negativa sobre o assunto.

Muitos estudiosos defendem que o tema seja abordado inicialmente em casa, mas isso não é comum, pois muitos pais não se sentem à vontade ou mesmo habilitados para falar sobre isso. Assim, as escolas passam a cumprir este papel.

Educação sexual aborda temas como o sexo, a gravidez, o aborto, métodos contraceptivos, a importância da camisinha e infecções sexualmente transmissíveis. Mas não é só disso que se trata, a puberdade, higiene, cuidados com o próprio corpo e menstruação são temas também abordados.

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2011 e 2017 foram notificados 184.524 casos de violência sexual no Brasil, desses 141.105 foram contra crianças e adolescentes, totalizando 76%.

Nos registros do Sistema Único de Saúde (SUS) 49,5 mil meninas com idades de 10 a 19 anos sofreram estupro de 2011 a 2016. Em quase 60% dos casos o crime ocorreu na casa da vítima.

A exemplo disso, no final de 2018 em Vila Velha, no Espírito Santo, uma garota de 11 anos estava sendo estuprada pelo padrasto e após uma palestra sobre educação sexual na escola ela denunciou para a coordenação os abusos ocorridos.

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