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Denise Bonfim pode não ser a próxima presidente do TJ

Mudanças em regra são discutidas na corte da Justiça

O Tribunal de Justiça, durante a sessão do pleno dessa sexta-feira, deverá realizar a eleição para a escolha da nova presidência. Seguindo a regra que o TJ vem adotando nos últimos anos, a vaga seria da desembargadora Denise Bonfim. Entretanto, os desembargadores podem decidir por não aceitar seu nome e votar em outro magistrado.

Essa brecha na regra pode trazer surpresas para essa eleição. Denise Bonfim é uma das poucas magistradas que afronta o Governo do Estado. Colocou, inclusive, secretários e empresários na cadeia.

Não será surpresa se outro nome aparecer durante a votação. A própria presidente do TJ, Cezarinete Angelim, não descarta que o modelo adotado nas últimas eleições possa ser deixado de lado. “Pode ser que a corte decida por outro nome e vote na pessoa escolhida e não aceite que o magistrado mais antigo seja o eleito”, confirmou.

A nova presidência do Tribunal de Justiça deve tomar posse no dia 3 de fevereiro. Quem também está ansioso pela escolha da nova direção do TJ são os servidores. Em greve há mais de dois meses, eles contam com a sensibilidade da futura presidente para renegociar salários e vantagens.

Com a atual presidente, as negociações parecem não caminhar, e a greve só não é mais forte porque a Justiça determinou que 60% dos servidores fiquem em seus postos.

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