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Emylson Farias: Segurança no palanque de 2018

Para Tião Viana, nomes são “renovação” da FPA

O evento da Frente Popular na manhã dessa terça-feira, na Biblioteca Pública de Rio Branco, serviu para anunciar o que já estava desenhado há algum tempo. O secretário de Estado de Segurança Pública Emylson Farias, será o candidato a vice na chapa majoritária da Frente Popular. O candidato a governador, Marcus Alexandre, fez o anúncio oficial.

Para o prefeito de Rio Branco, o nome do secretário de Segurança sela a união dos partidos da Frente Popular. Filiado ao PDT, Emylson Farias é delegado de carreira e ganhou notoriedade quando atuou no combate ao Esquadrão da Morte.
Virou secretário de Estado de Polícia Civil na gestão do governo de Binho Marques. Com o governador Tião Viana, assumiu toda a gestão da Segurança Pública.

Nos últimos dois anos, enfrentou o período mais violento do Acre, mas acredita que os números crescentes da violência não vão atrapalhar sua eleição. “A polícia está trabalhando no seu limite. Temos atuado intensamente, está na hora de a politica trabalhar para amenizar essa crise de violência, e, é isso que pretendo fazer”, revelou.

Para Marcus Alexandre, o nome de Emylson vai ajudar a consolidar a política da Frente Popular que é a conversa com os aliados antes de montar as chapas. “Estamos fazendo as coisas por etapas, sempre respeitando os aliados, buscando a melhor alternativa que alcancem um número maior de adeptos. Por isso, esse projeto da Frente Popular vem dando certo há tantos anos”, explicou.

Para o governador Tião Viana, os nomes de Marcus Alexandre e Emylson Farias representam a renovação da Frente Popular. “Renovação”, claro, com o PT no comando. Mesmo Emylson filiado ao PDT, o partido tem total domínio sobre o pré-candidato.
No evento, teve mais lançamentos: os dois candidatos ao Senado pela Frente Popular escolheram as suplências, que assume a cadeira caso o titular tenha que se afastar ou perca o direto do mandato.

A de Jorge Viana será a vice-governadora, Nazaré Lambert. A suplente de Ney Amorim, presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, é a chefe do Gabinete Civil, Marcia Regina.

Para mostrar que é democrático, o PT, que comanda a Frente Popular, decidiu que as segundas suplências serão decididas pelos outros partidos que compõe a frente.

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