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Escola Militar inicia atividades em 2018, promete Governo

Edital é lançado agora em novembro

De 2018 não passa. Essa é a promessa do governo para o Colégio Militar do Acre, que deve passar a funcionar no início do próximo ano letivo. Corpo de Bombeiros e Polícia Militar vão administrar o ensino diferenciado com proposta de maior disciplina e opções pedagógicas no contra turno.

A expectativa em 2016 era de que o Colégio Militar do Acre seria implantado em 2017. Isso não aconteceu. Agora, o governo garante que de 2018 não passa.

“As inscrições, queremos até o final de novembro lançar o edital de seleção, onde o pai que quiser, vai poder fazer a inscrição que será submetida a sorteio. Quem for sorteado vai poder matricular o filho no colégio militar, sendo 50% das vagas destinadas para os dependentes de militares e 50% para a comunidade, por que é um colégio público”, explica o coordenador do colégio militar da PM, Major Agleison Alexandrino.

Ao todo, serão ofertadas 1120 vagas, atendendo estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Em seguida, conforme forem avançando, serão abertas turmas do 1º ao 3º ano do ensino médio. Inclusive no último ano, as aulas serão em regime integral.

O Colégio Militar que será coordenado pela PM está sendo construído no Bairro Calafate, a outra unidade de ensino que será administrada pelos Bombeiros, fica no segundo distrito, no Residencial Rosalinda. A fase de conclusão das obras é a mesma, já está em 80%. A meta é inaugurar os dois Colégios no inicio do ano que vem.

“Então vamos desenvolver dessa forma, por turno: matutino, vespertino e no contraturno também pra desenvolver habilidades que o aluno apresentar, seja no esporte, nas artes, xadrez, matemática. Então vamos procurar preencher esse espaço vazio pra que eles não se envolvam em drogas, vandalismo. Pra sair da ociosidade e se sentir parte da comunidade escolar e ter formação melhor”, explica.

Além da qualidade de ensino, os colégios militares são conhecidos pela atenção que dão à disciplina, a consciência de responsabilidades individuais e coletivas e a manutenção dos valores cívicos. A base curricular é a mesma do Estado, mas são inclusas disciplinas eletivas com temas como: cidadania e defesa civil, por exemplo. Os professores também serão dos quadros do Estado, mas precisam seguir a metodologia militar para permanecerem inseridos.

 

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