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Estudo aponta que cheia do Madeira ocorre a cada 300 anos

 

Empresários apostam na torcida para não chover

 

Durante visita ao Estado, o ministro dos Transportes, Paulo Passos, também falou sobre duas obras importantes para o Acre, mas que ficam em território rondoniense. Ele assegurou que a ponte sobre Rio Madeira deve ser entregue até 2016.

 

Pontes afirmou que a partir do próximo mês, os serviços começam a ser intensificados na região de Abunã. Já sobre a elevação dos trechos alagados pela enchente histórica do Madeira, o ministro argumentou que os estudos foram iniciados e devem ser concluídos até dezembro.

 

Ele disse que a obra é importante, mas não falou em prazos. “O que tiver que ser feito, vai ser feito. Agora, com os serviços de recuperação ou serviços que sejam identificados como necessários”, argumentou.

 

Em reunião com empresários locais, o superintendente adjunto de regulação da Agência Nacional de Águas (Ana) apresentou um estudo sobre a cheia. Ele explicou que a probabilidade de uma nova enchente nessas proporções é mínima. Isso só ocorre a cada 300 anos.

 

“Em cinquenta anos que nós medimos vazões nessa bacia, nunca vimos uma cheia nessa magnitude. Fizemos um cálculo para saber a probabilidade e chegamos à conclusão que isso só ocorre a cada 300 anos”, ressaltou Patrick Thómas.

 

Mesmo com as remotas possibilidades de acontecer de novo, os empresários acrianos temem uma nova enchente. Afinal, foram 60 dias de isolamento e prejuízos milionários. “Vamos torcer para que as chuvas não sejam torrenciais como foram este ano”, declarou Leandro Domingos, presidente da Fecomercio.

 

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