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Gestores discutem Segurança a partir da região de fronteira

Secretários de todo país reunidos em Rondônia

A 6ª edição do Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual aconteceu em Porto Velho. O encontro reuniu secretários de Segurança Pública de todo país para debater os gargalos do setor a partir dos problemas das regiões de fronteira.

A discussão a respeito da Segurança Pública sob a ótica dos problemas das fronteiras se fundamenta no fato de que as falhas na Segurança de estados fronteiriços traz consequência direta para os grandes centros urbanos. Traduzindo: uma fronteira aberta no Acre traz consequências para a Segurança Pública no Rio de Janeiro.

O ministro da Justiça e Segurança Pública Torquato Jardim e o secretário nacional de segurança pública Carlos Alberto Santos Cruz, participaram do evento. “Os números falam por si mesmo. A repressão é transitória, há que se pensar no médio e no longo prazo como pressupostos de estabilidade”, destacou.

O secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, Emylson Farias lembrou de uma ideia prática que pode tornar menos carente o Fundo de Segurança Pública dos Estados.

“Tratamos também uma proposta de acompanhamento ao Projeto de Lei do Senado nº 248, de 2017, que destina percentual da arrecadação bruta mensal das loterias federais aos fundos de segurança pública dos Estados e do Distrito Federal. A gestão do colegiado de secretários é para que este percentual seja de 10%”, disse Emylson Farias, em declaração divulgada pela assessoria de governo.

Esse “pacto”, associado ao trabalho integrado entre os MP’s de todo país são instrumentos que os gestores têm utilizado para combater e prevenir o crime, enquanto a gestão federal não prioriza a aplicação de política de Defesa em áreas de fronteira.

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