Governo finaliza pagamento da 5ª parcela do auxílio emergencial

Recebem nesta terça-feira os trabalhadores informais nascidos em dezembro

A Caixa Econômica Federal finaliza nesta terça-feira (31) o pagamento da quinta parcela do auxílio emergencial, a primeira das três cotas extras anunciadas pelo governo. Recebem, hoje, os trabalhadores informais nascidos em dezembro que se cadastraram pelos meios digitais e os que integram o CadÚnico (Cadastro Único). Cerca de 39 milhões de pessoas foram contempladas com o benefício em agosto.

Até lá, os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em estabelecimentos comerciais. Os trabalhadores informais também conseguem movimentar os recursos usando o app na Rede Lotérica de todo o Brasil. Além disso, podem fazer transferências instantâneas entre bancos via Pix (exceto para contas de mesma titularidade).

O saque em dinheiro para o grupo será permitido a partir do dia 20 de setembro. Com o encerramento dos créditos em conta da quinta parcela, começam, nesta quarta-feira (1º), os saques da rodada. Os aniversariantes de janeiro poderão resgatar os valores em dinheiro a partir de amanhã.

Também nesta terça, a Caixa termina os depósitos do auxílio emergencial para os integrantes do Bolsa Família. Recebem, hoje, aqueles que têm o NIS (Número de Identificação Social) final 0.

Parcelas extras

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender a população de baixa renda afetada pela pandemia. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1.200 para mães chefes de família e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; mulheres chefes de família têm direito a R$ 375; e pessoas que moram sozinhas, R$ 150.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. Em novembro, os beneficiários mais vulneráveis devem começar a receber o Auxílio Brasil, programa idealizado pelo governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família.

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