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Malária aumenta 27% no Acre, diz ministério

“Não podemos ficar de braços cruzados”, diz Cameli

O Ministério da Saúde assegura que houve aumento de 27% dos casos de malária no Acre entre janeiro e setembro. A situação continua sendo tratada pelos técnicos como epidemia. Relatório detalhando o problema foi enviado nesta quinta-feira para o senador Gladson Cameli.

No próximo dia 12 de janeiro, uma reunião entre técnicos da Secretaria de Estado de Saúde e do Ministério da Saúde deve definir novas ações para combater o mosquito transmissor.

No ministério, há confirmação de envio de R$ 2,6 milhões para combater a doença por meio do através do Plano de Eliminação da Malária no Brasil. O dinheiro, segundo o relatório, foi enviado à Secretaria de Estado de Saúde.

O relatório do Ministério da Saúde chama atenção para dois fatores específicos: a descontinuidade no investimento de contratações de agentes de saúde e a falta de coordenação de ações de combate à doença na Sesacre sob a justificativa de “reorganização” da secretaria. A ausência dessa coordenação pode explicar porque diminuiu o número de pedidos de insumos para combate à malária no ministério.

“Não podemos ficar de braços cruzados, ouvindo especulações em redes sociais e discursos oficiais enquanto a vida da população corre risco. É necessário agirmos e sabemos que para isso podemos contar com o apoio do Governo Federal. Pelo relato que recebemos do MS, as falhas da Secretaria Estadual de Saúde nessa questão são muito graves. Também é preciso oferecer estrutura nos hospitais e postos de saúde, e continuar com o trabalho dos agentes de endemias, conscientizando a população sobre a necessidade de evitar a proliferação da doença”, disse Cameli.

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