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MPT faz concessão para demissão fracionada do Pró-Saúde

Governo finaliza demissão dos 1,8 mil em julho de 2019

Procuradoria do Ministério Público do Trabalho em Rio Branco confirma que não há mais a quem recorrer em relação aos servidores do Pró-Saúde. Todos serão, realmente demitidos.

O Pró-Saúde será extinto e os 1,8 mil servidores terão que ser demitidos. Para que esse acordo se concretize, o Ministério Público do Trabalho fez uma concessão: em vez de exigir a demissão de todos em um prazo de seis meses, de acordo com o que determina a sentença, o MPT flexibilizou.

Vinte por cento dos funcionários terão que ser demitidos até 31 de dezembro deste ano. Outros 20% devem ser demitidos até 31 de julho de 2018; outros 30% até dia 31 de dezembro do ano que vem e o restante até 31 de julho de 2019. O Governo do Acre deve gastar algo em torno de R$ 70 milhões com indenização aos 1,8 mil funcionários do Pró-Saúde.

A Procuradoria do Trabalho esclareceu também que o Governo do Estado do Acre não poderá mais renovar contrato com a organização Nossa Senhora da Saúde que gerencia o Hospital do Juruá. Estima-se que, com isso, outros 800 trabalhadores percam empregos.

O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde estão o dia inteiro reunidos e ainda vão se pronunciar oficialmente sobre o assunto.

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