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“O que não pode ter é somente essa ação para a segurança pública”, diz Emylson Farias

Delegado-geral foi o entrevistado desta terça, do Gazeta Entrevista

De janeiro até abril, 82 homicídios foram registrados no Acre. Uma média de 25 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes. Segundo o delegado-geral de polícia civil, a explicação é uma só. “A grande maioria[das mortes] estão relacionadas a execução. Temos disputa de território pelo tráfico”, afirmou.

Emylson Farias destacou o aumentou de apreensões de entorpecentes. No último ano, mais de uma tonelada foi tirada de circulação. Durante participação no ‘Gazeta Entrevista’, o delegado-geral anunciou uma grande operação que vai envolver as polícias militar, civil e força nacional.

“Vamos chegar, chegando”, enfatizou. De acordo com Farias, as equipes ficam uma semana em cada regional da capital acreana. Vários mandados de busca e apreensão também serão cumpridos. A ação começa a partir da próxima semana.

Ele também comentou sobre a polêmica dos ‘apitos’. Para o delegado, o objeto foi interpretado de forma equivocada. “O que não pode ter é somente essa ação para a segurança pública”, argumentou.

Já em relação ao relacionamento entre as policias militar e civil, ele disse que o diálogo é constante com os representantes dos sindicatos que representam a categoria. Questionado a respeito do concurso para novos agentes, ele preferiu não falar em datas e enfatizou que o primeiro passo é verificar a legislação.

As declarações de Emylson Farias foram dadas na noite da última terça-feira, 13, ao programa de entrevistas da TV Gazeta/Record.

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