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Para Rocha, votações relâmpagos prejudicam população

Tucano critica pressa do Poder Executivo

“Humanamente impossível.” É desta forma que o deputado estadual Wherles Rocha(PSDB) define a votação da Lei Orçamentária Anual enviada pelo palácio Rio Branco para ser analisada, debatida e votada pela Assembleia Legislativa.

O documento possui vários volumes e os deputados terão pouco tempo para análise mais detalhe sobre a divisão do orçamento para o próximo ano. “Nesses três anos[como deputado estadual], vi projetos que chegam ao meio dia para ser votado uma hora da tarde”, expôs.

Segundo major Rocha, essa pressa do executivo prejudica, principalmente, a população. O parlamentar questiona o valor destinado a Defensoria Pública, pouco mais de R$ 2 milhões. “A defensoria é vital para os mais humildes”, afirmou.

Ele faz uma comparação com a verba destinada para a veiculação de propagandas do governo estadual. “Já teve ano que o valor foi de R$ 20 milhões”, argumentou. Major Rocha ainda comentou que muitos soldados da PM precisam comprar o próprio fardamento. Sendo que esta é uma obrigação do Estado.

Favorável à Lei da Transparência, Wherles é autor do projeto de lei que obriga o executivo a identificar os imóveis alugados. O deputado citou o caso de um prédio locado pelo governo durante a última transição por R$ 58 mil/mês e que ficou sem uso durante alguns meses.

O tucano lamentou a cassação do prefeito da segunda maior cidade do Acre, o peemedebista Vagner Sales. “A população de Cruzeiro do Sul perde muito”, falou. Candidato a reeleição, Rocha é tido como o maior nome da oposição na Aleac, ele rebate: “Somos cinco deputados de oposição e todos contribuem. Não me vejo como principal nome.”

As declarações foram dadas ao jornalista Alan Rick na última quarta-feira, 11, durante o programa ‘Gazeta Entrevista’, da TV Gazeta, afiliada Rede Record.

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