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Prefeitura aumenta gastos com criação de instituto

Farias: projeto vale criação de “alguns cargos”

Um projeto de lei criando o Instituto de Tecnologia e Inovação do Acre vai elevar o custo da folha de pagamento da prefeitura de Rio Branco e já está sendo chamado pelos vereadores de oposição de “Instituto cabide de emprego”.

A matéria ainda nem chegou a comissão de Constituição e Justiça e já levantou polêmica. Para manter o instituto, a prefeitura está pedindo crédito adicional de R$ 2,76 milhões.

Serão criados 25 cargos em comissão. Significa que esse pessoal será contratado sem concurso público. Na mesma matéria, serão criados mais 25 funções gratificadas, que são funcionários da prefeitura que ficaram a disposição do instituto e vão receber entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil a mais no salário.

Além dos comissionados e as funções gratificadas, o instituto terá seis cargos de chefia como: assessor, consultor e diretores. Os vereadores de oposição questionaram o gasto a mais da prefeitura.

O vereador Roberto Duarte chegou a mostrar que em outras capitais, os prefeitos reduziram a quantidade de secretarias. “O Acre segue o caminho inverso: está gastando mais dinheiro com cargos comissionados. Parece brincadeira”, reclamou.

O líder do prefeito, vereador Eduardo Farias, disse que a criação do instituto é necessária. “Ele dará aparato tecnológico para todas as secretarias e ainda poderá ajudar as prefeituras do interior do estado e não podemos deixar um projeto se perder por causa da criação de alguns cargos”, lembrou.

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